Posts tagged "branded content"

Cursos de Content Marketing Digital

janeiro 30th, 2018 Publicado por Cursos, Marketing de Conteúdo 1 comentário em “Cursos de Content Marketing Digital”

Content Marketing Digital

A equipe da Sordili.com, e seus professores convidados, estão com um pacote de cursos de Content Marketing Digital na ESPM-SP (Escola Superior de Propaganda e Marketing de São Paulo).

O objetivo do PROGRAMA AVANÇADO EM MARKETING E COMUNICAÇÃO DIGITAIS é preparar e aprimorar o profissional de diversas áreas para produzir e gerir com sucesso seu negócio ou sua carreira nas plataformas digitais (portais, redes sociais e dispositivos móveis).

Ensinar estratégias de Content Marketing Digital para planejar e gerir projetos digitais: como usar melhor vídeo, texto, áudio, fotografia e design para promover a fidelidade à marca e criar confiança na marca e nos serviços.

Faça o download do arquivo do curso.

Content Marketing Digital

Tópicos abordados:

Inovação em Marketing – 24/02/2018
Professores: Aline Sordili e Antonio Guerreiro

Inbound Marketing – 07/04/2018
Professoras: Helena Sordili e Aline Sordili

Avançado em Redes Sociais – 05/05/2018
Professores: Eduardo Vasques e Helena Sordili

Youtube Marketing – 02/06/2018
Professora: Aline Sordili

O combo completo de cursos de Content Marketing Digital pode ser pago em até 8x no cartão de crédito.

 

Como trabalhar com influenciadores digitais

dezembro 1st, 2017 Publicado por Mercado 0 comentário em “Como trabalhar com influenciadores digitais”

O universo de influenciadores digitais fervilhou ao longo de 2017. E tudo aponta que isso deve continuar ao longo do próximo ano. Há várias razões para esse fato. A publicidade digital em seus moldes tradicionais já não causa tanto impacto. As pessoas tendem a acreditar e confiar mais no endosso de outras pessoas, em detrimento do discurso das marcas. A circunstância em que todo mundo é mídia e produtor de conteúdo (ao mesmo tempo). E por aí vai.

Atentas a toda essa movimentação, muitas marcas investiram nessa frente. Passaram a destinar uma parcela importante de seus recursos para a contratação de influenciadores no meio digital.

E, como tudo que é novo, podemos encontrar diversos exemplos de caminhos e opções que podem ser contestadas sob diversos aspectos. Soma-se, ainda, a confusão conceitual por conta da entrada de celebridades da mídia tradicional ao universo de mídias sociais.

Da mesma forma que todo mundo ainda está aprendendo a lidar com essas estratégias, surgiram também várias empresas especializadas neste universo, como mostramos em “a influência em várias mãos”. E, apesar dos avanços todos no mercado, tudo parece ainda bastante disperso.

Por esta razão, pensamos em um simples guia que pode orientar você a direcionar bem seus esforços e investimentos de comunicação com influenciadores digitais.

Planejamento e metodologia

Não adianta fazer por fazer. Tem muita marca arriscando a imagem e a reputação ao investir em metodologias bastante questionáveis. É preciso entender claramente o que se quer e como tudo será executado para chegar lá.

Criar ações apenas para estar “na moda” e colocar sua marca sem contextualização, ritmo e aderência com a essência da companhia só vão enfraquecer o posicionamento de mercado.

É preciso criar ou aplicar um modelo que permita criar um fluxo, processos, definir claramente os indicadores e se o objetivo proposta está sendo cumprido. Caso contrário, vai ser a ação pela ação, sem resultados efetivos.

Pode parecer simples e fácil escolher influenciadores produtores de conteúdo com quem trabalhar, mas há muito a ser feito até chegar aos nomes ideais. Vale ressaltar que está colocando um intermediário entre sua marca e o público e isso tem um efeito enorme para a comunicação da empresa.

E muitas vezes os milhares de views e likes que um Youtuber tem, podem não ter tanta aderência com seu produto ou serviço. Acabam sendo números vazios no quesito qualidade.

Critérios de avaliação

Falando nisso, ficar preso somente aos dados de audiência e alcance do influenciador digital, isto é, para quantidade, é um erro comum e pode custar muito caro à marca. É querer aplicar as métricas do mundo offline e tradicional a este novo universo. E isso não combina em nada.

Existem muitos componentes e variáveis que podem e devem ser consideradas no momento de optar por trabalhar com influenciadores digitais. Entre algumas, podemos destacar, além do alcance:

  • qualidade e frequência do conteúdo;
  • nível de interatividade do influenciador com a audiência;
  • grau de conhecimento sobre o tema a ser abordado e relação do influenciador com o assunto;
  • relevância do influenciador nas possíveis comunidades sobre o tema;
  • dados e resultados de campanhas realizadas anteriormente pelo influenciador;
  • relação ou citação do influenciador (histórico) com a marca.

Escopo de audiência

Ao definir o objetivo e os critérios de avaliação, é preciso mapear o público que se deseja atingir. Isso é importante por uma simples razão: o influenciador com quem pretende trabalhar conversa com este público de interesse da marca?

Ainda que boa parte das características observadas e critérios utilizados para a seleção dos influenciadores tenham sentido, o retorno sobre o investimento tenderá a ser muito pequeno se a audiência arregimentada por ele não for aquela com quem sua marca precisa dialogar e gerar impacto.

Ferramentas e apoio

Já tem gente trabalhando faz tempo com esse universo. Foram criadas empresas que já fazem rankings a partir de alguns critérios e podem ajudar a selecionar os melhores nomes, fazendo um filtro inicial para, depois, aprofundar sobre o tema.

Essas empresas podem ser muito úteis para economizar um tempo na primeira triagem de quem tem relevância e aderência ou não à estratégia e campanha da marca.

Valorização

Tudo isso deve ajudar também a compor o montante de investimento a ser aplicado no projeto. Como falamos, muitos influenciadores se transformaram em canais de mídia reais, com audiência até maior do que veículos tradicionais. Isso tem um valor e muitas vezes não é tão barato quanto se imagina.

Não se esqueça, porém, que a metodologia vai definir a forma de relacionamento e utilização dos recursos. Valorize quem merece e produz conteúdo relevante, que encante a audiência. Esse trabalho é rico e tem de ser bem pago.

Afinidade

Você pode encontrar muitos indicadores positivos e fatores que levam à escolha de um produtor de conteúdo com influência nas mídias sociais. Mas poucos deles são tão relevantes quanto a aderência à marca.

Pode parecer bastante subjetivo, mas analisar o comportamento do influenciador, a forma como ele se exprime e trata os assuntos com a audiência que conquistou precisa ter compatibilidade com a expressão do que é a marca. Os valores, da marca e do influenciador, precisam ser harmonizados.

É aí que reside a verdade da mensagem, da ação. Caso contrário, parecerá falso, forçado. E o público percebe isso facilmente e cai por terra toda uma estratégia de comunicação.   

Transparência

Por fim, um dos maiores pontos de conflito ao trabalhar com influenciadores está na transparência dos fatos. Houve profissionalização por parte de alguns influenciadores digitais. Eles trabalham como mainstream, como empresas estabelecidas. Alguns até com agentes.

Mas há aqueles que ainda tentam aumentar sua representatividade e topam qualquer coisa. Inclusive fazer publicidade não identificada. É o pior dos caminhos. Há alguns casos já de influenciadores acionados até mesmo pelo CONAR – Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária e o Código de Ética dos Profissionais de Propaganda, por conta disso.

Tenha em mente que o consumidor não gosta de ser enganado. Ele tem o direito de saber que aquela ação, fala, exposição é sim uma publicidade paga. E, se souber fazer direitinho, contextualizar, tiver informação relevante, combinar com a marca, o fato de ser publicidade fica em segundo plano para a audiência.

Antes de sair fazendo, pense, planeje e organize todos os processos. Evite colocar sua marca em risco.

Publipost sinalizado nas redes sociais

junho 4th, 2017 Publicado por Marketing de Conteúdo, Mercado 0 comentário em “Publipost sinalizado nas redes sociais”

Há muito tempo sabemos que os influenciadores digitais recebem mimos e produtos para postar em seus perfis sociais. O famoso jabá – do jargão jornalístico, ganhou força com o alcance das redes sociais e ganhou até tags próprias como: #presskit, #recebidos, #mimos e por aí vai.

Receber um presente e agradecer é de bom tom em qualquer ambiente, digital ou não.

Mas, se você está recebendo dinheiro para postar sobre algo isso não é mais um presente. Isso é conteúdo patrocinado e precisa ser sinalizado.

Sinalização de conteúdo pago

Na mídia impressa, especialmente em revistas, o conteúdo patrocinado – que é diferente da publicidade em si, vinha (ou vem… sinceramente, não sei se alguém ainda faz isso em mídia impressa) sempre com o chapéu de Informe Publicitário.

Em blogs ou portais de conteúdo a regra de sinalização existe há muito tempo. É imprescindível marcar um publipost/publieditorial e ainda selecionar o NO FOLLOW – tag para que os links internos não sejam indexados pelos buscadores, nos links do artigo.

Muita gente me pergunta sobre o NO FOLLOW e eu sempre faço a analogia com a mídia impressa que tem um tempo limite de circulação. O anunciante compra uma página de anúncio de uma revista semanal e, exceto as que perduram em salas de espera de consultórios ou salão de cabeleireiro, o tempo de vida daquele anúncio é de uma semana.

Se você deixar sem a sinalização para não seguir os links no seu artigo do blog/site, continuará entregando visitas para o seu anunciante que pagou por algo pontual.

Sinalização nas redes sociais

Embora até pouco tempo não houvesse uma forma regulamentada de de marcar publieditorial, recentemente o Facebook adicionou a marcação de conteúdo pago. Isso ajuda a ser mais transparente desde que haja, por parte do creator a intenção de sinalizar.

Caso ele não sinalize, seu post pode ser suspenso pela plataforma.

Essa semana o INSTAGRAM também anunciou novas regras para anúncios de conteúdo. Na “localização” da foto aparecerá, a partir das próximas semanas, a legenda “conteúdo pago por NOME DO ANUNCIANTE”.

Publipost sinalizado nas redes sociais

Essa é a forma que eles encontraram  para ter o Publipost sinalizado nas redes sociais e deixar a comunicação mais transparente. Ainda não sabemos o quanto isso pode impactar em entregabilidade caso a postagem não seja impulsionada – mas em geral publipost conta com verba de mídia para garantir bom alcance.

Também não dá para garantir que todos os blogueiros e influenciadores irão utilizar o recurso porém, é o que esperamos do mercado – anunciantes que cobrem isso dos seus blogueiros e blogueiros que façam isso para os seus leitores, para que haja mais transparência entre conteúdo pago e os seguidores/fãs.

Marketing de conteúdo: ainda estamos engatinhando

maio 30th, 2017 Publicado por Mercado 0 comentário em “Marketing de conteúdo: ainda estamos engatinhando”

As buzzwords do momento são: marketing de conteúdo; branded content; e branded marketing. Mas ‘a real’ é que este mercado no Brasil está apenas começando. A maioria das empresas (de comunicação ou clientes) faz o velho e bom publieditorial publieditorial e vende como content marketing (marketing de conteúdo).

Fato é que, em 2017, esse segmento continuará a ganhar força num ritmo acelerado. Por que?

Um dos motivos mais forte é que precisamos parar de interromper o consumidor na sua jornada por informação ou por produtos para vender o que queremos. Muitas vezes, o discurso do anunciante apenas interrompe o momento de consumo de mídia e entretenimento do cliente.

Marketing de conteúdo: o novo marketing?

Outro ponto importantíssimo é a mudança do comportamento do consumidor e das novas gerações. Muitos continuam ‘marketeando’ como se fazia desde os anos 1950, esperando que a família, junta, consuma mídia na sala de estar. Só que agora, muitas gerações vivem a divergência de mídias e os micromomentos se relacionam com o consumo fragmentado das mídias. É fato que a convergência existe no device, e não na mídia.

A parte boa disso tudo é que trouxe à tona discussões mais aprofundadas sobre o papel do conteúdo no processo de interação e relacionamento entre marcas e consumidores.

O digital impulsionou a dispersão das audiências e, por essa razão, conquistar um tempinho do público de interesse tornou-se uma tarefa muito complexa para o marketing. Pode ser arriscado, mas conquistar a atenção é o grande desafio de qualquer gestor de uma marca. Engajamento – apesar das dificuldades em se definir este conceito de maneira pragmática – passou a ser a ordem do dia.

Entender, encontrar, atrair e reter o usuário é definitivamente a bola da vez. Os modelos tradicionais ruíram e, agora, é preciso criar informações que sejam mais que relevantes para as pessoas. Neste contexto, o conteúdo passa a ser central.

marketing de conteúdo

O marketing de conteúdo pode ser considerado a abordagem estratégica para aumento e consolidação de negócios. Não sejamos ingênuos! O objetivo é o mesmo: estimular vendas e gerar lucro para os acionistas. E não há nada errado nisso. É cativar a audiência de tal forma que ela veja valor no seu produto ou serviço e decida investir em você, em sua marca, em sua empresa.

Os passos para se fazer Marketing de conteúdo

Vou listar uma série de passos básicos para a adoção desse tipo do marketing de conteúdo. O primeiro passo é descobrir e compreender quem se quer atingir com as informações (parece básico, mas não é todo mundo que faz). Em seguida, planejar os tipos de conteúdo que sejam aderentes a essa audiência. Na sequência, definir linguagem e tom de voz que façam sentido ao contexto para, então, publicar nas plataformas seguindo critérios, como momento da jornada do consumidor e pertinência das informações. Por último, mensurar os pontos de atrito e corrigir o que não atingiu a performance adequada.

Mas há tantas novidades que ainda estão por vir e que devem se consolidar em 2017, que o mercado continuará se transformando e ultrapassando os simples passos criativos de desenvolvimento de marketing de conteúdo. Seremos obrigados a repensar formas, canais, insumos, entre diversas outras variáveis sob o ponto de vista do indivíduo – o famoso UX, ou user experience.

Entender e pensar como o consumidor fará com que as marcas transitem por diversos ambientes, plataformas e modelos. Forçará com que encontrem o equilíbrio entre os momentos em que o público busca informação pura e simples, com o ponto em que o indivíduo está apenas à procura de entretenimento.

Oportunidades em Marketing de Conteúdo

Nesse momento de tantas oportunidades, podemos destacar algumas que devem ganhar força em 2017:

  • Vídeos (em tempo real) – cada vez mais, as plataformas nos oferecem recursos que permitem a realização de transmissões ao vivo. Nesse sentido, ainda veremos muitas iniciativas de vídeo storytelling.
  • Realidades virtual e aumentada – em forma de jogos (entretenimento) ou dados (informações), devem impulsionar as companhias e marcas a pensarem em formatos e conteúdos que possam atrair e ativar as audiências.
  • Chatbots – evolução do chat e com doses de inteligência artificial, certamente evoluirá e viabilizará o envolvimento dos públicos, de uma maneira leve e mais humanizada, com conteúdos que fazem diferença e resolvem questões pontuais no dia a dia das pessoas.
  • Interatividade – quanto mais o público participar, maiores as chances de gerar engajamento e envolvimento. Os conteúdos devem começar a apresentar recursos e funcionalidades que gerem interações dos mais variados tipos.
  • Mobile – os smartphones tornaram-se a extensão do corpo das pessoas e ganham atenção especial o tempo todo delas. Veremos muitos conteúdos e novos formatos serem distribuídos por meio desses dispositivos.
  • Influencers – será importante para as estratégias de marketing de conteúdo encontrar e definir os embaixadores da sua marca e mesmo os formadores de opinião para o contexto dos produtos e serviços, além de usá-los como canal de distribuição.
  • Analytics e data-driven – a consolidação do marketing de conteúdo permitirá o desenvolvimento de novas e mais avançadas métricas que trarão uma visão mais ampla sobre os investimentos realizados.

Essas são apenas algumas das (poucas) tendências que terão espaço e que devem movimentar o marketing e a comunicação das empresas. São elas que devem ser usadas para tornar o marketing de conteúdo parte fundamental da estratégia corporativa e suporte expressivo para os negócios das companhias. Vamos parar de interromper?